O fim das horas
Finalmente chegou.
Chegou a hora e já não era
Sem demora,
Essa hora má
A que todos temem
Por não conhecerem outro sentimento.
Procurei-me por entre o tempo,
Procurei-me por dentro,
Por entre as feridas
Amadas e queridas
De tempos em que o tempo
Não era problema
Em que vivia descansada e serena
Em que me sentia amada.
Dei por mim a contar
Todos os segundos,
A ser hipnotizada pelo som dos ponteiros;
Como se quisesse reger todos os mundos
Nos últimos segundos certeiros,
Só com a força de sonhar...
E no fim quando a hora chegou,
Soube que aquela não era a hora...
Porque no fim não se recorda o que se amou,
Porque no fim não se chora,
Apenas tememos a hora
Por não conhecermos outro sentimento.
acredito que isto não foi um fim, mas sim o começo de muitas horas que hão-de vir, passadas em boa companhia. obrigada por tudo...
Pantera cor-de-rosa

5 Comments:
Iééééééééé a rapriga cor-de-rosa escreveu im post!!!!
Que bem que escreve a nossa pantera! Deixas-me sem palavras!! Um xi
Está tão bonito!!! Mesmo muito. Não te sabia poeta. Continua porque, a escrever assim, tens futuro.
Um grandioso futuro!
Este começo de sonho prolongar-se-á enquanto quiseres seguir a tua "lenda pessoal".
Beijinho*
Sinto a tua transparencia através das tuas palavras sentidas!.gostei da forma como te espressas.tou de passagem nesta"viagem".irei voltar para te ver e ler.poderas visitar-me em http://bubilover.blogspot.com em"pedaços de mim" sou o luis.aparece!.
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